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O instagram é a rede social mais nociva para a sua saúde

Instagram é a rede social mais nociva para a nossa saúde mental, será!?

Você considera que o Instagram é a rede social mais nociva para a saúde mental da população mundial nos dias atuais? Confira, neste artigo, como você pode rebater esse argumento.

o instagram é a rede social mais nociva: imagem vetorizada

 

Em uma das minhas pesquisas por novos conteúdos acerca do Instagram, me deparei com algumas notícias, disparadas no ano passado, sobre a nocividade dessa plataforma.

Ao ler tais matérias – em todas elas – pude notar a presença de palavras como bullying, ansiedade, depressão e vício, doenças e comportamentos considerados o grande mal do século.

No decorrer dos textos, percebi que além do Instagram, outras redes sociais também foram caracterizadas como prejudiciais a saúde mental.

Portanto, pude concluir que o problema não está somente nas redes sociais, mas, sim, no modo como as pessoas as usam: excessivamente.

Mas por que usar o Instagram pode causar tantos danos para o nosso cérebro? Isso realmente é verdade?

Responderei essas e outras questões aqui, neste artigo.

 

Bullying, depressão e ansiedade na rede

 

Grande parte da mídia, hoje em dia, atribui as doenças mentais dos jovens à internet, sobretudo seu uso excessivo.

Essa atribuição vem da quantidade de tempo que é destinado conectado, o que pode gerar dependência e vir a se tornar um vício.

Podemos dizer que isso se deu por conta da autovalorização do que é perfeito, do que é passado através das telas de computadores e celulares.

Vidas inabaláveis, relacionamentos estáveis, carros do ano, corpo trincado, pele limpa e sem poros dilatados, entre muitas outras características supervalorizadas nas grandes mídias.

A busca pela vida perfeita ganhou uma enorme notoriedade nos últimos anos e, depois do surgimento das redes sociais, isso se agravou.

Para ilustrar melhor, dá uma olhadinha neste vídeo, onde a YouTuber Karol Pinheiro falou um pouco sobre essa corrida implacável pelo sucesso e pela estabilidade social.

 

Políticas e diretrizes do Instagram

 

Após a exposição da pesquisa feita pela Sociedade Real para Saúde Pública, da Grã-Bretanha, sobre as redes sociais mais nocivas à saúde mental, o Instagram, dono da primeira posição, se pronunciou e disse que sempre priorizou a segurança e o conforto para os seus usuários.

O que é verdade, pois podemos notar isso ao lermos os termos de uso da plataforma.

O Instagram oferece informações sobre como lidar com o bullying e passou a avisar os usuários sobre determinados conteúdos.

Além disso, Kevyn Systrom, CEO da rede social, falou em seu perfil pessoal no Twitter que eles estariam liberando uma nova atualização que mostraria a quanto tempo o usuário estaria online na plataforma. Novidade que já está disponível para todos os usuários. Confira neste post.

Disse também que é reponsabilidade das empresas fazerem os usuários entenderem como o mau uso do tempo nas redes influenciaria, de forma negativa, a vida das pessoas.

Vale ressaltar que, segundo essa mesma pesquisa, o Instagram é uma das que teve efeitos positivos em relação a autoexpressão e autoidentidade.

 

O que ninguém fala sobre a internet

 

É muito fácil apontar os erros e defeitos das coisas, não é? São eles que estão sempre em evidência e, ao se tratar de internet, a coisa fica ainda pior, pois estamos na era digital.

Pesquisadores já intitulam os nascidos neste século como nativos digitais, o que pra você pode ser bizarro, mas pra quem tá crescendo e usufruindo disso para o bem coletivo e pessoal essa pode ser uma grande revolução.

A Cibercultura deu voz pra um monte de gente; Deu oportunidades pra pessoas comuns se expressarem e serem vistas. Além disso, a internet deu espaço pra quem é mais velho se aconchegar e fincar seus negócios – ganhar muito mais do que em um negócio físico.

Empresas foram abertas, empregos foram gerados e uma nova jornada neste mundo se iniciou.

Hoje, podemos ver inúmeras famílias que se sustentam apenas com o que é lucrado na internet, como no caso da blogueira Bruna Vieira, que cresceu no interior, veio de família humilde e, atualmente, construiu uma casa dos sonhos, deu emprego para sua família e inspira milhões de jovens a seguirem os seus passos.

No entanto, se você tem um pé atrás com os blogueiros, eu posso ilustrar com outro case de sucesso: o Gerenciagram.

Nascemos por causa da internet e, hoje, atuamos como uma das maiores empresas de automação para Instagram do Brasil, visando alcançar o mundo.

Se você quiser saber a origem da nossa empresa, assista ao vídeo logo abaixo:

 

As oportunidades dentro da era digital

 

Em entrevista a Rede BBC, a jovem Isla Whateley, de pouco mais de 20 anos, contou sobre a sua jornada na internet, que foi desde a responsável pela sua depressão profunda a sua recuperação.

“Eu passei por uma depressão profunda quando tinha 16 anos, ela durou meses e foi terrível. Durante esse período, as redes sociais me fizeram sentir pior, eu constantemente me comparava com outras pessoas e isso fazia eu me sentir mal”, contou.

Ela ainda atribuiu o uso excessivo das redes a mais um episódio de depressão, ao entrar no feed e ver os seus amigos fazendo coisas que ela não podia. A jovem contou que se odiava por isso.

No entanto, Isla aponta a importância que o Instagram teve durante sua recuperação e a sua nova fase: limpa. “Eu bloguei muito sobre saúde mental, sou bem aberta em relação a isso e tive boas conversas com as pessoas sobre o assunto.”

Na mesma entrevista, Michelle Napchan, chefe das políticas do Instagram, contou que pessoas de todo o mundo usam o Instagram para falar sobre as suas jornadas enfrentando doenças mentais e conseguirem apoio dentro da rede.

“É por isso que trabalhamos em parceria com especialistas para dar às pessoas as informações e ferramentas que elas precisam para usar o aplicativo, inclusive sobre como denunciar conteúdo, conseguir apoio para um amigo que lhes preocupa ou contatar diretamente um especialista para pedir conselhos sobre como lidar com um problema”, ressaltou.

Michelle concluiu dizendo que manter o Instagram como um lugar de segurança e solidariedade, para que as pessoas se sintam à vontade para se expressarem é a maior prioridade da companhia.

 

Benefícios do Instagram para as marcas/empresas

 

Desde o surgimento dos nossos conteúdos, sempre apontamos o quanto é importante estar dentro do Instagram se você tiver um negócio, pois é uma ótima maneira de fazer com que os seus serviços e produtos estejam presentes no dia-a-dia das pessoas.

O Instagram ajuda a gerar confiança acerca da sua marca e a construir uma conexão emocional entre você e os seus consumidores.

É um modo de propaganda gratuita, onde você fica livre para explorar todos os recursos da plataforma a fim de criar a boa imagem do seu negócio, ação que gera uma grande exposição.

Além da vitrine que pode ser criada, você consegue humanizar o seu atendimento, pois cerca de 86% dos consumidores estão dispostos a pagar mais caro para ter um bom atendimento.

Fora que o Instagram é a rede social que mais cresce hoje em dia, com mais de 1 bilhão de usuários ativos em todo o mundo, sendo que o Brasil é o segundo país com mais perfis ativos, perdendo apenas para os Estados Unidos.

Vale lembrar que mais de 60% da população brasileira está na conectada à internet.

 

O Instagram é a rede social mais nociva para você?

 

Sabemos que tudo em excesso faz mal, desde o chocolate ate uma simples horinha no celular.

Devemos nos policiar para que não fiquemos reféns das coisas que consumimos, pois, como disse na introdução deste artigo, o malefícios que as redes sociais trazem para nossa mente está totalmente atribuída ao uso excessivo delas.

Mas agora eu quero saber de você. Qual benefício o Instagram trouxe para você?

Você é daqueles viciados que passam três horas rolando o feed e a aba explorar?

Você concorda que o Instagram é a rede social mais nociva à nossa saúde mental?

Me diz aqui nos comentários. Vamos discutir, tá bem?

Muito obrigado e até qualquer hora.

 

8 de agosto, 2018
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Tiago Mascarenhas
Tiago Mascarenhas
Estudante de Jornalismo e apaixonado por Marketing de Conteúdo e Cultura Pop.
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