Onde está o seu “Wally”?

Onde está Wally? 

Já brincou? Eu adorava…

É a mesma lógica: tentar encontrar aquela pessoa com as características exatas. Nesse caso do Wally, quem brincou como eu, muito provavelmente procurou, no meio de uma multidão de outros desenhos, por um bonequinho do sexo masculino, de óculos redondos, cabelo castanho penteado pra frente, gorro branco de pompom vermelho, blusa listrada em vermelho e branco e calça azul.

É simples, mas não é fácil.

Porém, é o primeiro passo antes de partir para ações nas redes sociais ou qualquer outro tipo de mídia: definirmos as características do nosso cliente ideal e quanto mais detalhado formos, melhor.

  • onde está?
  • qual a idade?
  • qual o nível de escolaridade?
  • qual a renda média?
  • qual a profissão?
  • qual a religião?
  • qual o sexo?
  • quais as características pessoais?
  • qual o estilo de vida?
  • quais os valores pessoais?
  • quais os motivos de compra?
  • quais as objeções de compras?
  • quais as necessidades?
  • quais as dificuldades?
  • quais os desejos?
  • quais os sonhos?
  • quais as metas?

Quais as variáveis chave e quais as informações secundárias? A partir dessas definições, a gente visualiza de forma mais clara os interesses e a probabilidade de compra e uso da nossa marca; a gente passa a ter um mapa do nosso cliente ideal e todas as ações passam a ser direcionadas com o intuito de atrair ESTE perfil de público.

São informações que podem afunilar ainda mais um grupo que a gente acreditava já estar bem definido. Pode ser aí a chave pra descobrir o perfil que se encaixa perfeitamente aos valores e estratégias de determinada marca.

É com isso que a gente consegue encontrar o cliente ideal na multidão das redes sociais ou qualquer outro tipo de mídia, pra criar uma relação com ele e sugerir que o que temos (produto/serviço/ideia) resolve a necessidade dele.

Posteriormente, é com essas informações que será possível dar as coordenadas exatas de quem a gente quer encontrar nas mídias, informando características geográficas, demográficas, psicográficas e/ou comportamentais. Inclusive, a partir disso é que você pode definir melhor as fontes de buscas de seguidores dentro do Gerenciagram, definindo melhor os perfis similares, as localizações e as hashtags.

Sem esse público bem desenhado, qualquer ação nas redes sociais estará nas mãos de um cego em meio a um tiroteio: Como conversar com quem eu não conheço e não tenho a mínima relação? Como gerar valor para pessoas que nem conheço os interesses, desejos e necessidades? …e, pior: Como conseguir fazer negócio com sei lá quem??

Quem pratica esse exercício, vai conseguir falar diretamente com quem verdadeiramente se interessa pelo que tem a oferecer, economizando tempo, esforços e dinheiro. E após definido esse perfil, fica bem mais fácil de descobrir em qual ou quais redes sociais esse público está e, a partir de então, trabalhar e focar intensamente nesses canais onde se encontram.

 

Ficou clara essa necessidade? Espero que aproveite o insight e aplique o quanto antes às suas estratégias.

Até breve, na próxima conversa!

Assinatura Karol Lacerda

 

 

 

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